Sigla foi a única do país a crescer consecutivamente em comparação a partidos tradicionais, que perderam representatividade na Câmara dos Deputados
Sigla foi a única do país a crescer consecutivamente em comparação a partidos tradicionais, que perderam representatividade na Câmara dos Deputados

Brasília (DF) – Desde que participou da primeira eleição majoritária em 2006, o Partido Republicano Brasileiro (PRB) já mostrava que tinha tudo para crescer e construir um legado para o Brasil. Com a junção de ingredientes como trabalho, seriedade e planejamento, a agremiação partidária se credenciou como um dos mais ascendentes entre todos os partidos e provou seu potencial ano a ano.

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Segundo o levantamento “Novo Congresso Nacional em Números”, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), que avaliou o desempenho dos partidos políticos brasileiros, o PRB lidera o gráfico de ascensão e é a única sigla que manteve crescimento contínuo.

Nas Eleições 2006, o partido elegeu um deputado federal e no pleito de 2010, foram oito. Em maio de 2011, Marcos Pereira, ao assumir a presidência nacional do PRB, afirmou que era a hora de retribuir a confiança da sociedade honrando cada voto com muito trabalho e dedicação. Com sua atuação, fez com que a sigla obtivesse crescimento expressivo já nas Eleições 2014, quando foram eleitos 21 deputados federais, se tornando a 10ª maior bancada da Casa.

A ascensão do partido não parou por aí. Nas Eleições 2018, o PRB conquistou 30 cadeiras, sendo alçada à oitava maior bancada da Câmara. O reconhecimento do trabalho de cada republicano e de seu presidente fez com que o partido atingisse essa marca, sempre prezando pela seriedade e responsabilidade com os compromissos firmados com os eleitores. Marcos Pereira, hoje deputado federal por São Paulo, foi eleito no dia 1º de fevereiro como vice-presidente da Câmara dos Deputados já em seu primeiro mandato.

Diante do crescimento da representatividade do partido e por ser uma legenda de centro, Marcos Pereira destaca que os republicanos têm um papel fundamental para a política nacional nesse momento. O PRB é o segundo partido que mais cresceu: de 21 para 30.

“O papel do PRB será manter o equilíbrio, pois estamos vivendo um momento em que o país ainda está dividido entre direita e esquerda. Temos que buscar um equilíbrio entre essas forças, como forma de avançarmos como nação. O partido terá um papel fundamental de ponderação, de apoio às aprovações de reformas que o Brasil precisa. Não necessariamente àquelas que o governo quer, mas àquelas que o Brasil precisa e que serão debatidas aqui no parlamento”, avalia o presidente.

Na contramão do PRB, partidos tradicionais da política brasileira perderam representatividade na Câmara, nas últimas eleições. O PMDB (hoje MDB) foi o mais afetado pelo resultado das urnas no ano passado. Em 2014 elegeu 64 deputados e em 2018 esse número caiu para 34. Outra sigla histórica, o PSDB, viu sua bancada diminuir de 54 para 29. Quem também viu sua bancada sofrer uma redução expressiva foi o PT: de 69 para 55.

Representação feminina

PRB também fez história nas Eleições 2018 ao eleger três deputadas federais: Rosangela Gomes (RJ); Aline Gurgel (AP) e Maria Rosas (SP), isso representa um crescimento de 50% em relação ao pleito anterior.

Texto e arte: Agência PRB Nacional

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